Apple já vendeu 175 900 iPhones no Brasil


É o fim do mistério. Finalmente descobrimos quantos iPhones foram vendidos no Brasil. Em um ano foram comercializados oficialmente 175 900 iPhones no País, segundo a consultoria Gartner.

Este número, é claro, inclui apenas os telefones vendidos legalmente pelas operadoras. Os modelos da primeira e segunda gerações desbloqueados, trazidos em importação ilegal, não estão nesta conta.

Embora as empresas de celular que vendem o iPhone (Tim, Vivo e Claro) não divulguem informações de venda por aparelho, o Gartner apura as informações de várias fontes, inclusive fornecedores de componentes, clientes -- além de fazer suas próprias estimativas.

Mas o dado é confiável e deve ser bastante próximo da realidade. O Gartner está entre os institutos mais confiáveis para este tipo de informação.

De acordo com estes números, entre o terceiro trimestre de 2008 e o segundo trimestre deste ano a Apple teria conquistado 1% do mercado de celulares no Brasil.
Mas no trimestre passado, como mostra o gráfico, a Apple tomou um banho da Research in Motion, fabricante do Blackberry. Desde a chegada do iPhone, seu grande concorrente vendeu 296 400 unidades entre agosto de 2008 e junho de 2009. As vendas colocam a RIM como detentora de 1,8% de participação de mercado no setor de celulares.
Apesar de a briga mais acompanhada ser a de iPhone x Blackberry, em volume a campeã disparada é a Nokia, que tem desde os modelos mais simples aos mais sofisticados. A companhia finlandesa vendeu 14 858 000 aparelhos vendidos entre agosto do ano passado e junho último.

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Avanços de engenharia permitem a criação de discos óticos com 5 dimensões

Conheça a nova tecnologia que promete armazenar até 10 Terabytes em um só disco.

Quem pensa em economizar dinheiro para daqui a dois ou três anos comprar um aparelho capaz de reproduzir discos em Blu-ray já pode começar a rever seus planos. Não que o formato vá desaparecer ou o número de lançamentos diminuir, muito pelo contrário. O que pode tornar a ideia não muito atraente são novos formatos de mídia, que prometem uma capacidade ainda maior de armazenamento, tudo isso graças aos avanços no campo da nanotecnologia.

Nanotecnologia

A nanotecnologia se baseia na utilização de componentes em escala molecular, invisíveis ao olho nu. A utilização de componentes microscópicos permite a criação de dispositivos extremamente complexos, que tem como vantagem ocupar pouco espaço ao mesmo tempo em que economiza energia. Os campos de uso dessa tecnologia são bastante diversos, podendo ser aplicada tanto nas construções de componentes para aparelhos convencionais, como videogames e computadores, quanto no campo da medicina ou na criação de materiais totalmente novos em escala nano. Mais detalhes sobre essa tecnologia podem ser encontrados no artigo “O que é nanotecnologia?”.

Atualmente, embora o Blu-ray possa ser considerado uma tecnologia de ponta, ainda sofre da mesma limitação que os CDs e DVDs convencionais: só é possível gravar e ler dados gravados em duas dimensões. Para aumentar a capacidade de dados suportados, existem tanto técnicas que aumentam a superfície disponível (os chamados discos de camada dupla) quanto aquelas que simulam uma terceira dimensão. Assim, o método utilizado no que pode ser considerada a tecnologia de ponta não representa realmente uma revolução no que diz respeito às técnicas de gravação e leitura, mas sim o aprimoramento de um conhecimento utilizado há um bom tempo.

Os formatos mais populares atualmente (CDs, DVDs e Blu-rays) utilizam o método de gravação linear, em que cada ponto do disco é capaz de registrar somente um único bit de informação. O que vai mudar entre as diferentes tecnologias é o aproveitamento do espaço na superfície do disco. Como a superfície de um disco é limitada, o número de dados que podem ser inseridos utilizando a tecnologia atual já está muito próximo do limite.

O sistema de discos holográficos (HVD, ou Holographic Versatile Disc) dá um passo à frente em relação à tecnologia atual, possibilitando a gravação de dados em três dimensões. Para isso, são utilizados dois feixes de luz diferentes: Um deles, similar à técnica atual, é responsável pela localização pontual dos dados na superfície do disco, enquanto um segundo feixe inclinado é responsável por produzir uma imagem holográfica. O material utilizado nestes discos é diferente daquele utilizado em CDs e DVDs, possibilitando a leitura da interferência luminosa causada pela convergência dos feixes de luz utilizados.

Esta técnica de gravação representa uma grande evolução no que diz respeito ao armazenamento de dados. Ao contrário das mídias convencionais, é possível imprimir até 60.000 bits de informação em um único pulso luminoso utilizando o HDV. Isto resulta capacidade de armazenamento de no mínimo 300 GB de informação. Para ter uma ideia, isso é cerca de 30 vezes a capacidade de um disco de DVD convencional.

Embora seja um método de gravação bastante promissor, ainda não há muito apoio da indústria no que diz respeito a popularizar este novo formato. Mais detalhes sobre esta tecnologia podem ser encontrados no artigo “O que é HVD?”.

Embora a tecnologia do HVD já pareça extremamente promissora se comparada ao padrão atual, os pesquisadores da Universidade de Tecnologia de Swinburne foram além, surgindo com uma criação ainda mais futurista. Os australianos criaram um método de que grava dados em nada menos que cinco dimensões diferentes. Para isso, foram utilizadas nanopartículas de ouro, que aumentam exponencialmente a quantidade de dados que podem ser gravados em um disco, sem precisar as dimensões de sua superfície.

A chave para tornar esse método de gravação viável foi descobrir um material capaz de gravar informações extras que ao mesmo tempo em que fosse viável tecnologicamente, não representasse grandes custos adicionais se comparados à tecnologia atual. O material ideal encontrado foi o ouro, colocado em nanopartículas em forma de bastão na superfície dos discos.

Além das três dimensões tradicionais, utilizando princípios da física os cientistas foram capazes de adicionar duas dimensões extras, uma baseada na dimensão espectral e outra na polarização da luz. O resultado é a possibilidade de gravar diversos dados diferentes em um mesmo ponto do disco, sem uma informação interfir na outra.

Os primeiros testes realizados demonstram que a capacidade mínima de armazenamento disponível é de 1,6 Terabytes, semelhante à capacidade total dos discos que utilizam a tecnologia HVD. Porém, teoricamente a técnica pode ser utilizada para atingir capacidade de 10 Terabytes ou mais, pouco mais de seis vezes a capacidade dos discos que utilizam somente três dimensões de gravação. Ou seja, teoricamente será possível carregar em um simples disco cerca de 2000 filmes em DVD.

A dimensão espectral

Para entender como se dá a utilização desta dimensão na gravação de dados, é preciso compreender como a física explica a existência de diferentes tipos de cores. Cada cor que visualizamos é uma representação visual de diferentes comprimentos de ondas do espectro eletromagnético da luz. O comprimento de onda é a distância entre valores repetidos em um padrão de onda, e é esta distância que vai determinar qual cor o olho humano irá interpretar quando observar determinado objeto.

O método de gravação utilizado pelos cientistas aproveita dessa característica, gravando dados em diversos comprimentos no mesmo ponto do disco. Dessa forma, é possível aproveitar o mesmo ponto da superfície de um disco para realizar diversas gravações diferentes sem nenhuma interferência. Isto representa uma grande revolução em relação à tecnologia atual, capaz de gravar e ler dados em somente um comprimento de onda específico.

A dimensão da polarização

Monitores LCD utilizam o princípio da polarizaçãoToda onda eletromagnética possui uma propriedade chamada polarização, que descreve como o campo elétromagnético se propaga. Este fenômeno só pode ser aplicado em ondas transversais, isto é, aquelas que oscilam na direção perpendicular à direção de propagação. Ondas que oscilam na direção da propagação, como o som, não podem ser polarizadas.

Como se trata de uma onda eletromagnética, a luz oscila nas mais diversas direções e frequências. Utilizando determinados tipos de filtro, direções específicas que queremos deixar passar, são selecionadas eliminando aquelas que não são necessárias.

Esta propriedade da luz já é bastante conhecida, e utilizamos diversos acessórios em nosso dia a dia que tem seu funcionamento baseado no princípio da polarização. O exemplo mais conhecido é o dos óculos de sol, capazes de filtrar a luz, diminuindo a sua intensidade. Outros exemplos são as telas de celular e monitores LCD, que utilizam deste princípio para filtrar as cores mostradas, ou os óculos usados atualmente em filmes tridimensionais, por exemplo.

Nos discos óticos em cinco dimensões, a utilização dos nanobastões de ouro foi essencial para poder aproveitar essa característica da luz como forma de aumentar o número de dados suportados. Dependendo do ângulo de incidência de determinado feixe luminoso, há um realinhamento dos nanobastões, devido à ação do campo elétrico presente.

Dessa forma, é possível gravar diferentes camadas de dados, bastando modificar o ângulo entre cada uma delas. Segundo os criadores da tecnologia, a polarização pode ser rotacionada em 360 graus, permitindo aproveitar ao máximo a superfície do disco. Por exemplo, é possível gravar em uma polarização de zero grau, e em cima dessa camada gravar outra camada de informações, dessa vez num ângulo de polarização de 90 graus, sem que uma interfira com a outra.

Ainda há uma série de desafios que devem ser vencidos para que a tecnologia possa ser utilizada em um nível comercial. O principal deles é a velocidade de gravação, que ainda se mostra extremamente lenta quando comparadas aos demais métodos disponíveis. Assim como os discos convencionais, a gravação é feita bit por bit, o que possibilita mais segurança ao custo da lentidão.

Porém, a opção por utilizar este método pode representar uma vantagem em relação ao HVD. Enquanto a técnica holográfica utilizada uma forma de gravação bastante complexa, em que é muito fácil perder todos os dados gravados, os discos de cinco dimensões são bastante semelhantes aos DVDs atuais, facilitando a sua fabricação em escala industrial. A gigante coreana Samsung já se interessou pela ideia, e está trabalhando com o time de cientistas para desenvolver um drive de leitura específico para a tecnologia.

A previsão inicial é que em cinco anos já existirão dispositivos compatíveis com a tecnologia, que possui pretensões de tomar o lugar do Blu-ray como melhor opção para armazenar dados. Porém, como tudo que é novo, não espere que os discos óticos de cinco dimensões causem um grande impacto num primeiro momento.

Os custos iniciais dos aparelhos de gravação e leitura serão incrivelmente altos, e será necessário um bom tempo até que surjam aparelhos com preços compatíveis com a realidade da maioria das pessoas. Basta observar a realidade atual, em que aparelhos de DVD ainda são muito mais populares que os leitores de vídeos em Blu-ray, apesar da evidente superioridade deste formato. É claro, este cenário tende a se inverter em alguns anos, mas até lá provavelmente já estarão disponíveis novas tecnologias ainda mais futuristas (e caras).

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"Computador dos sonhos" é vendido pelo preço de carro popular


A "máquina dos sonhos" existe e pode ser adquirida por R$ 25 mil. Quem quiser conhecê-la basta ir ao Circuito de Informática e Tecnologia 2009, realizado na Marina da Glória, zona sul do Rio de Janeiro, até às 22h deste domingo. O computador, batizado de WazX, é montado dentro de um robusto gabinete Cooler Master Cosmos S 1100, tem 300 GB de HD, 6 GB de memória DDR3, processador Intel Core i7 720, além do já conhecido e eficaz sistema de resfriamento à água.

O representante da empresa fabricante do PC (WAZ Hadware Store), Tiago de Mello Bitencourte, mostra porque a máquina está à frente das tradicionais que se encontram hoje no mercado. "Ele tem uma bomba de água que faz com que a água gire (pelos diversos tubos ligados às peças). É como se fosse um radiador de carro", afirma. "O grande diferencial dele é seu hadware. É a mesma comparação entre um fusca e uma Ferrari", garante.

A máquina tem ventuinhas de 12 cm coladas no teto do Gabinete. A possibilidade de o computador travar durante a realização de tarefas que exigem maior esforço existe, mas é improvável. Até agora, vem despertando a cobiça de quem passa pelo stand. "É o valor de um carro popular, né? Mas é irresistível para quem pode", disse o advogado Ovídio Magalhães, que estava acompanhado do filho adolescente, outro que ficou encantado pelo WazX.


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Pesquisadores desenvolvem próxima geração de chips DRAM


A SRC, Semiconductor Research Corporation, em parceria com pesquisadores da Universidade Yale (EUA), anunciaram nesta terça que encontraram um modo de aumentar significantemente o desempenho de chips DRAM. As melhorias são resultados do uso de camadas ferroelétricas que não requerem o uso de um condensador (capacitor) de armazenamento, encontrado em células DRAM convencionais. Chamada de Ferroelectric DRAM (FeDRAM), as células possuem uma estrutura que lembram um transístor CMOS.

Dentre as vantagens específicas estão a maior estabilidade, menor tamanho da célula, um mínimo de 1000 vezes maior tempo de retenção, e menor consumo de energia. Também há a possibilidade de armazenar vários bits por célula, como em chips de memória flash, e a fabricação destes novos chips, visto ser mais simples, será mais barata.

Os pesquisadores estão focados neste momento em criar um protótipo funcional de células FeDRAM, e com o apoio de outras empresas que pertencem à membresia da SRC, a produção dos chips deve chegar ao mercado em um futuro não tão distante, embora não tenha sido disponibilizado nenhum tipo de cronograma.

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Novos iPods devem ser anunciados em setembro


A Apple tradicionalmente realiza eventos em setembro para o anúncio de novos produtos. Segundo o site de tecnologia All Things Digital (que cita "fontes do mercado musical"), já está marcado para o dia 7 de setembro um grande anúncio da empresa, no qual seriam apresentados novos iPods.

Recentemente o respeitado jornal Financial Times divulgou que a Apple estaria juntando forças com gravadoras como EMI, Sony, Warner e Universal em um novo projeto musical.

Especulações não faltam sobre lançamentos da Apple no evento de setembro. Sites e blogs de tecnologia falam de iPods com câmera integrada, nova versão do iTunes e tablets, entre outros produtos. A sugestão para o iTunes 9 é um novo sistema de redes sociais para compartilhar informações entre usuários e suporte a discos Blu-ray.

O site All Things Digital acredita que o evento trará o retorno do CEO da Apple, Steve Jobs, aos palcos, depois do afastamento por problemas de saúde. Já a BBC destaca que o evento da Apple no dia 7/9 será um momento importante para a empresa, já que na semana seguinte quem fará um evento será a Microsoft. Nele, a empresa deve apresentar o Zune HD, que chega para brigar com o iPod touch.

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Saiba como reconhecer perfis falsos no Twitter


Com a popularização no Twitter -- e adesão de diversas celebridades ao site -- pode ficar difícil identificar se determinada conta foi mesmo criada pela pessoa que aparece na foto do perfil. Na semana passada, essa dúvida ganhou força, quando o Ministério Público pediu uma investigação para descobrir se Suzane von Richthofen havia mesmo criado um perfil no site. Ela está presa em Tremembé após condenação pela morte dos pais, em 2002.

No caso de Suzane, o promotor Paulo de Palma citou dois pontos que poderiam indicar a falsidade do perfil: erros de português, que, segundo ele, a ex-estudante de direito não cometeria, e a divulgação de informações que não correspondem à verdade (como o dia em que a jovem se encontrou com seus advogados).

Pistas desse tipo podem ajudar a revelar a verdadeira natureza do perfil, no caso de celebridades e também de anônimos. Confira abaixo cinco dicas úteis para não se enganar em meio aos "tweets" do microblog.

1 – Selo de autenticidade

Com o objetivo de boicotar impostores, o Twitter criou uma espécie de selo de autenticidade para os perfis de pessoas e entidades famosas – esse “carimbo” só é dado depois que a empresa confirma a identidade. Por enquanto, essa alternativa só está disponível para pessoas bem conhecidas: celebridades e atletas, por exemplo.

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loja virtual da Apple para brasileiros vaza na internet


A Apple Brasil se prepara para lançar uma versão em português de seu canal de venda de produtos pela internet, chamado de Loja Apple, conforme apurou o IDG Now! Alguns usuários tiveram acesso a uma versão de testes do projeto depois a empresa publicá-lo inadvertidamente.

Na madrugada da segunda-feira (3/8), o diretor de produtos da Fingertips, Breno Masi, e o coordenador de tecnologia da TV Bandeirantes, Eduardo Brandini, tiveram acesso à versão em português, com textos traduzidos e navegação idêntica à da versão norte-americana.

Os relatos de ambos a respeito das compras feitas para testar a loja são praticamente idênticos: após escolherem um produto (um iPod Nano RED e um dock universal para iPod, respectivamente), Masi e Brandini finalizaram a compra com cartões de crédito e viram uma tela de confirmação que, além do número da transação, prometia o envio de um e-mail para atestar a transação.

Mais de uma semana depois, nenhumas das duas mensagens chegou e ambas as compras não foram efetuadas - o cartão de crédito de Masi foi cobrado, mas acabou sendo estornado, enquanto o valor nem chegou a ser cobrado de Brandini.

A loja online deverá usar um sistema centralizado de pedidos, assim como em suas outras versões internacionais, pois ambos conseguiram consultar o andamento de seus pedidos a partir da Apple Store norte-americana.

Até quinta-feira (13/8), os dois pedidos apareciam como confirmados no sistema central de pedidos, com entrega prometida para até oito dias. As experiências de Masi e Brandini estão documentadas, com fotos, nos blogs MacMagazine e Adrenaline, respectivamente.

Antes da versão de testes ir ao ar no site da própria Apple Brasil, a informação já havia vazado por meio de um atendente do serviço telefônico da empresa para o usuário iThales, do fórum MacNews Brasil.

"Perguntei ao atendente que loja online que (sic) vendia o carregador de energia elétrica do iPod. Ele me disse que não havia, mas que eu poderia esperar que certamente eu encontraria esse produto na Apple Store Online Brasil, a ser aberta no fim de agosto", relato literal do leitor, transformado em post no MacNews no mesmo dia.

Termos e condições
O IDG Now! também teve acesso aos termos e condições da Apple para a venda de produtos do serviço, identificado como Loja Apple no documento, que já foi retirado do ar.

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